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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Tempo de Natal, tempo de fim de ano: palavras para não esquecer

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O Tempo , de Mário Quintana    A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é Natal… Quando se vê, já terminou o ano… Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê, passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado… Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas… Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo… E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.    

Nota de Pesar: Bernard Charlot (1944-2025)

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  É com grande pesar que o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Sociedade e Culturas (GEPEDUSC)/UFPB-CNPq recebe a notícia do falecimento do Prof. Bernard Charlot. Pensador francês de referência internacional, que adotou o Nordeste brasileiro para viver e na região constituiu família, o Prof. Charlot, a partir da Sociologia da Educação/Ciências da Educação,   deu uma contribuição fundamental ao pensamento educacional mundial e, em particular, à formulação analítica considerando a educação brasileira. Os seus estudos sobre formação de professores, relação com o saber, conhecimento nos meios populares, jovens e educação, etc., são contributos marcados por uma fecunda originalidade e relevância. Não menos importante foi a sua atuação no contexto universitário brasileiro, sendo exemplo disso, na Universidade Federal de Sergipe, o seu papel na Pós-graduação em Educação, na Pós-graduação no Ensino de Ciências e Matemática e na criação do pioneiro Programa de Pós-graduação em Cu...

Um Novo Êxodo Judaico: Ruptura com o Sionismo

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  Judeu sefardita Roni  Margulies:  inspiração libertária Por Naomi Klein* Tenho pensado em Moisés e em sua ira quando desceu do monte e encontrou os israelenses adorando um bezerro de ouro. A ecofeminista em mim sempre se sentiu incomodada com esta história: que tipo de deus tem ciúmes dos animais? Que tipo de deus quer acumular toda a sacralidade da Terra para si mesmo? Mas há uma forma menos literal de entender esta história. Trata-se dos falsos ídolos. É sobre a tendência humana de adorar o profano e reluzente, de olhar para o pequeno e material em vez do grande e transcendente. O que eu quero dizer a vocês esta noite, neste revolucionário e histórico  Seder nas ruas , é que muitos de nossa gente estão adorando um falso ídolo mais uma vez. Eles estão extasiados com ele. Embriagados por ele. Profanados por ele. Esse falso ídolo chama-se “Sionismo”. Naomi Klein: luta política, judaísmo  libertário e ruptura com o sionismo É um falso ídolo que pega noss...